É VERÃO! Caixa alta, exclamação!

Enquanto marido reclama do calor (a pessoa nasce e se cria em Salvador pra se queixar da quentura de Montreal tsc tsc), eu tô aqui vibrando com os dias longos e caprichando no ventilador. Essas duas últimas semanas foram especialmente bacanas por conta dos dois feriadões que tivemos. Dia 24, o dia nacional do Québec, e dia 1° de julho, a festa nacional do Canadá. Tudo no verão, l-ó-g-i-c-o, que ninguém é besta de celebrar as datas cívicas mais importantes a -30°C. Some-se a isso os festivais de música francófona e o de jazz, que inclui dezenas de atrações gratuitas e boom! Quem quer vir escrever no blog?

Nesse quase um mês de ausência por aqui (confesso que minha negligência com o mestrado está bem pior, daí você calcula que a pessoa não quer nada com a hora do Canadá), eu visitei pela primeira vez o autódromo Gilles Villeneuve. Não no dia da corrida, mas na quinta que a antecedeu. Daí que eu fui mesmo só pra não ter de estudar por curiosidade. É que embora tenha sido acordada todo santo domingo durante anos da minha vida pelo agudo dos motores que saía da TV na casa de meu pai, a F1 nunca me cativou.

Como fotógrafa curiosa, lá estava eu registrando imagens dos boxes até que um pequeno tumulto em direção à pista me chamou a atenção. Lá fui eu ver o que era. Na dúvida, fotografei, mas não sabia quem. Abre parênteses: ai, gente, malzaê, mas eu só lembro de Senna, Alain Prost, Nigel Mansell... Saca essa galera? Depois disso, não sei de nada. Fecha parênteses. Bom, ao chegar em casa, depois da foto feita no esquema mariavaicomasoutras, descubro que fiz uma foto de Mark Webber.

Ah, tá

E já que eu citei o festival de música francófona que rola por aqui - o Francofolies -, deixo com vocês um registro que fiz da Tricot Machine, dupla daqui de Montreal, da qual já tinha muito ouvido falar, mas nunca tinha propriamente ouvido. Embora seja um som churumela demais pros meus ouvidos acostumados com algo um pouco mais nervoso, eu gostei muito.

Sabe aquela vibe fofinha, com músicas bem compostas e letras bacaninhas?
Pronto. Tricot Machine. E no palco, eles são uma graça.
Falando em graça, no próximo dia 21, às 20h,
eles tocam de graça na rua Wellington, em Verdun.

Mas aí você pensa... Ah... Verão não é verão sem praia. E eu não poderia concordar mais. Adoro uma praia: o som do mar e poder mergulhar nele obviamente, tomar uma água de coco e deixar a palidez de lado. Sem falar nas crianças com biquínis e sungas cheias de areia, engolir água do mar, passar mal com ensolação E não é que eu fui pra praia? E, não, não foi a praia da Oka (região metropolitana de Montreal)? Foi aqui mesmo. Tá, foi na ilha de Notre-Dame (mas é praticamente Montreal, vai?!), do lado do circuito de Fórmula 1. Coisa de 15 minutos do centro. OK, não é mar, OK, não tem água de coco, mas tá valendo.

Nas imediações da praia, muito verde, passarinho cantando.
Delícia...

Famílias no pedalinho...

Até que... Tem água? Tem areia? É praia, minha gente!

Piscinão de Ramos a oito doletas.

Comentários

Rafael e Amanda disse…
presta atenção na placa q tem na "praia"...o tanto de coisa q é proibido...deviam espalhar uma placa dessa em cada praia do Brasil....rsrs
Tati disse…
ahahaha piscinão de ramos é ótimo!!!! hahahah estou louca para me derreter nesse calor hua hua vou estar tão feliz que n vou reclamar dele, juro hua
Cami disse…
Oi gente,

Não sei o que amei mais: ver soteroconterânos aqui nas vizinhanças (sim, porque eu só encontro sulista! rs) ou o blog divertido de vcs! Adicionadíssimos na minha listinha! Bjao e vão aproveitar o verão meeesmo!
Flávia disse…
Muito legais as fotos!

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