Curtindo música cantada em francês
Ontem terminou um dos festivais mais bacanas de Montreal: o Francofolies, que, como o nome sugere, celebra a loucura extravagância, além da diversidade, claro, da música feita em países de língua francesa. Uma d-e-l-í-c-i-a! Não só pela possibilidade de conhecer inúmeros artistas de várias partes do mundo (e de graça!!!), mas também pela oportunidade de partilhar essa experiência com turistas e outros moradores de Montreal, que participam ativamente de tudo o que se promove por aqui. São ocasiões assim que fazem a gente lembrar porque gostamos tanto dessa ilha. Montreal sabe muito bem como cativar quem passa por aqui, principalmente no verão! =D
Na primeira noite do festival,
começamos ouvindo o punk rock dos franceses do The Hop La !
Show nervoso tem de ter rodinha pro povo agitar!
Oooooooooooooooh yeahhhh!
Terminanos a noite relaxadíssimos com a conversa fácil
e o som gostosíssimo de Pascal Lejeune, também francês.
Pra vocês terem uma ideia do clima,
a plateia viu a apresentação sentada na grama
Pra começar a noite seguinte (sim, noite com Sol!),
vimos Razia Said, de Madagascar.
O som era bem bacana, mas ela desafinou tanto, coitada!
Será que ela tava tensa?
Os caras do Naïve são do Québec.
Mais do que o som, o que me chamou a atenção foi o engajamento deles
com relação ao suicídio, tabu local, que, como tal, evita-se falar
Coral (muito, muuuuito fora de foco ao fundo)
e o bom e velho isqueiro Bic pra criar um climinha
Pra mim, o melhor show do festival foi o do francês Ben l'Oncle Soul
Som de influência soul, suuuuuuuuuuuuuper bem tocado e agitadíssimo!
A plateia ficou louca, incluindo essa que vos escreve
Os backing vocals eram um show por si só,
faziam coreografias junto com Ben.
Pena que não fiz vídeo! Só de lembrar, dá vontade de sair dançando
Eu só fotografei o palco, mas tenham certeza de que, na plateia,
nesse momento, todas as mãos também estavam voltadas pro alto
Bacana que, antes de algumas músicas,
Ben contava algumas histórias "verídicas",
como nessa hora, em que ele "chorava"
e era "consolado" pelos backing vocals,
relatando como gastou todo o dinheiro que tinha
pra conquistar uma menina
Se foto tivesse som, o dessa seriam gritos, aplausos e assobios.
Virei fã!
Mais uma noite de festival,
e lá fomos nós ver o pessoal do Hoshelaga
Eles são daqui do Québec
e têm o integrante mais legal de todos:
nosso amigo Jason =)
Uma das sensações do Francofolies:
a Compagnie Créole, das Antilhas Francesas.
Já dancei muita lambadinha deles na pré-adolescência,
principalmente o hit que fechou a noite Au bal masqué
Fiquei impressionada como os quebequenses conheciam as músicas deles!
No último dia do festival (ontem), fomos ver Bassekou Kouyate,
que saiu do Mali pra vir suar em Montreal
Músico sorri, depois de fazer um solão com o ngoni
O ngoni é esse instrumento de cordas, típico da África Ocidental
Careta de quem tá solando muuuuito
A legenda da foto anterior vale pra essa também
Esse solo tá mais pra transe
E fez calor!!!
A vocalista Ami Sacko começou o show bem comportadinha,
igual a essa coisinha fofa que tava na plateia
Mas terminou o show louca!!!!
Em êxtase!!!
E contagiou o público!
Virei fã também!!
Ai... Pausa pra comer uma manga no palito cortada feito flor
E um último fôlego pra ver La Jarry, da França,
imitação descarada do U2
Os acordes da segunda música eram idênticos aos da canção
"Hold me, thrill me, kiss me, kill me".
E o vocalista tava se achando Bono.
Ai, ai...
Os holofotes foram mais originais
Na primeira noite do festival,começamos ouvindo o punk rock dos franceses do The Hop La !
Show nervoso tem de ter rodinha pro povo agitar!Oooooooooooooooh yeahhhh!
Terminanos a noite relaxadíssimos com a conversa fácile o som gostosíssimo de Pascal Lejeune, também francês.
Pra vocês terem uma ideia do clima,
a plateia viu a apresentação sentada na grama
Pra começar a noite seguinte (sim, noite com Sol!),vimos Razia Said, de Madagascar.
O som era bem bacana, mas ela desafinou tanto, coitada!
Será que ela tava tensa?
Os caras do Naïve são do Québec.Mais do que o som, o que me chamou a atenção foi o engajamento deles
com relação ao suicídio, tabu local, que, como tal, evita-se falar
Coral (muito, muuuuito fora de foco ao fundo)e o bom e velho isqueiro Bic pra criar um climinha
Pra mim, o melhor show do festival foi o do francês Ben l'Oncle Soul
Som de influência soul, suuuuuuuuuuuuuper bem tocado e agitadíssimo!A plateia ficou louca, incluindo essa que vos escreve
Os backing vocals eram um show por si só,
faziam coreografias junto com Ben.Pena que não fiz vídeo! Só de lembrar, dá vontade de sair dançando
Eu só fotografei o palco, mas tenham certeza de que, na plateia,nesse momento, todas as mãos também estavam voltadas pro alto
Bacana que, antes de algumas músicas,Ben contava algumas histórias "verídicas",
como nessa hora, em que ele "chorava"
e era "consolado" pelos backing vocals,
relatando como gastou todo o dinheiro que tinha
pra conquistar uma menina
Se foto tivesse som, o dessa seriam gritos, aplausos e assobios.Virei fã!
Mais uma noite de festival,e lá fomos nós ver o pessoal do Hoshelaga
Eles são daqui do Québec
e têm o integrante mais legal de todos:nosso amigo Jason =)
Uma das sensações do Francofolies:a Compagnie Créole, das Antilhas Francesas.
Já dancei muita lambadinha deles na pré-adolescência,
principalmente o hit que fechou a noite Au bal masqué
Fiquei impressionada como os quebequenses conheciam as músicas deles!
No último dia do festival (ontem), fomos ver Bassekou Kouyate,que saiu do Mali pra vir suar em Montreal
Músico sorri, depois de fazer um solão com o ngoni
O ngoni é esse instrumento de cordas, típico da África Ocidental
Careta de quem tá solando muuuuito
A legenda da foto anterior vale pra essa também
Esse solo tá mais pra transe
E fez calor!!!
A vocalista Ami Sacko começou o show bem comportadinha,
igual a essa coisinha fofa que tava na plateia
Mas terminou o show louca!!!!
Em êxtase!!!
E contagiou o público!Virei fã também!!
Ai... Pausa pra comer uma manga no palito cortada feito flor
E um último fôlego pra ver La Jarry, da França,imitação descarada do U2
Os acordes da segunda música eram idênticos aos da canção"Hold me, thrill me, kiss me, kill me".
E o vocalista tava se achando Bono.
Ai, ai...
Os holofotes foram mais originais
Comentários
Beijos
Vir pra Montreal essa época é uma delícia!!!!! Os festivais são mesmo maravilhosos!
Beijuca, amore.